Sou psicóloga com atuação em neuropsicologia clínica, com formação pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, onde também desenvolvo atividades de ensino e pesquisa. 

 

Minha trajetória na área se construiu a partir da interface entre prática clínica, investigação científica e formação de profissionais, com ênfase no estudo das funções cognitivas e sua relação com o desenvolvimento emocional, especialmente na infância e adolescência.

Realizei mestrado em Ciências pelo mesmo instituto, com foco nos Aspectos neuropsicológicos dos transtornos de ansiedade em crianças e adolescentes, o que orienta, até hoje, parte do meu interesse clínico e acadêmico.

Ao longo da minha prática, tenho me dedicado à avaliação e reabilitação neuropsicológica, buscando compreender o funcionamento cognitivo para além de classificações diagnósticas, considerando a singularidade de cada caso e seu contexto.

 

Além da atuação institucional, sou responsável pelo Centro de Atendimento Psicológico e Neuropsicológico, espaço dedicado ao trabalho clínico, onde atuo em conjunto com outros profissionais.

O trabalho em equipe possibilita uma abordagem mais integrada, considerando diferentes perspectivas na compreensão e no acompanhamento dos casos.

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Paralelamente à clínica, atuo na formação de profissionais, por meio de aulas, supervisão clínica e participação em cursos de especialização em neuropsicologia. Também participo de projetos voltados ao desenvolvimento de intervenções e ao uso de recursos tecnológicos, como jogos e realidade virtual, aplicados à avaliação e reabilitação cognitiva.

 

Uso de tecnologia na neuropsicologia

O uso de tecnologias no contexto da neuropsicologia tem ampliado as possibilidades de avaliação e intervenção, tornando o processo mais dinâmico, preciso e próximo das situações do dia a dia.

Entre esses recursos, destaca-se a utilização de óculos de realidade virtual, que permitem a simulação de ambientes e tarefas do cotidiano, contribuindo para uma avaliação mais ecológica das funções cognitivas, como atenção, memória e funções executivas. Além disso, esse recurso pode favorecer o engajamento do paciente durante o processo de reabilitação.